Evento reuniu extensionistas do Norte e Noroeste fluminense
Localizado em Italva, o Centerj foi palco do Seminário de Crédito Rural que abordou os nossos extensionistas das regiões Norte e Noroeste do Rio de Janeiro.
O início da apresentação foi feito pela EMATER-RIO falando sobre as principais linhas de crédito, provavelmente do PRONAF, e das linhas de custeio e investimento do PRONAMP.
Gerente Estadual de Crédito Rural da EMATER-RIO, Ricardo Belo foi um dos palestrantes no evento e contou sobre os assuntos abordados:
“Além dessas linhas de crédito, foram apresentadas as linhas que existem no PRONAF sem detalhar e todas as linhas que são atendidas para a agricultura empresarial, ou seja, daqueles agricultores que não são enquadrados no PRONAMP”, disse o Gerente, que completou:
“E também foi falado pela nossa extensionista Luisa Saramago as normas para a emissão do CAF com as flexibilizações da portaria nº 20 do MDA. Ela abordou o que é necessário para o agricultor adquirir esse documento, que é o CAF. E após foi falado pelo Ronaldo, do Agrofundo, as linhas de fomento que o Governo do Estado disponibiliza para os agricultores a juros baixos para desenvolver cerca de 12 atividades incrementadas pelo Estado”, salientou.
O seminário também contou com a participação dos parceiros Caixa Econômica, Banco do Brasil e SICREDI, onde os agentes bancários contaram um pouco sobre o trabalho de cada um deles.
Extensionista do escritório local de Campos dos Goytacazes, Luisa Saramago foi a responsável por falar do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar, CAF. Para ela, ainda há uma dificuldade em entender as novas nuances do programa:
“Apesar da nossa equipe já ter passado por treinamento para a emissão do CAF, não podemos deixar de vê-lo que ele é uma novidade. Ou seja, ainda há situações específicas que cada escritório e técnico estão aprendendo. Então, é sempre bom ter essa oportunidade de explicar. Foi muito importante poder compartilhar sobre as mudanças em relação ao CAF com os agentes bancários, para eles terem a informação sobre os documentos necessários, como o processo de emissão. Muitas vezes o produtor, quando procura crédito rural, o primeiro passo é o banco. Então, ele chega lá no banco e, se os agentes bancários não sabem da mínima orientação, o produtor se frustra”, explica.