Agenersa participa de evento sobre competitividade e infraestrutura do mercado de gás natural, em Brasília
Nesta terça-feira (18/03), a Agenersa participou do evento Competitividade de Mercados de Gás Natural: As Experiências Internacionais em Programas de Gás Release e Plano das Infraestruturas de Gás Natural e Biometano, promovido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em Brasília.
Para discutir estratégias de desconcentração, modernização e expansão do mercado de gás natural no Brasil, o evento reuniu diversos players do mercado nacional e internacional, especialistas, além de autoridades.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, os custos do escoamento e processamento de gás natural no país podem ser reduzidos em até 80%.
“Não podemos aceitar que um punhado de fornecedores controle todo o mercado de gás natural no Brasil. Precisamos de concorrência real para garantir preços justos e serviços melhores”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.
Diante do tema “Apresentação da metodologia do Plano de Infraestruturas de Gás Natural e Biometano”, o conselheiro da Agenersa, Vladimir Paschoal, expôs os desafios regulatórios e avanços na rodada de debates e agradeceu a iniciativa do MME.
“Parabenizo como o Ministério está conduzindo o tema trazendo todos os agentes do mercado para o diálogo. Há avanços no setor sim, embora haja, também, desafios significativos para garantir um mercado mais acessível e competitivo, uma vez que o custo do gás já onera em demasia o consumidor final, se consubstanciando, portanto, em um desafio não só para a distribuição, mas para toda a indústria do gás. No Rio de Janeiro, temos o desafio atual de planejar os investimentos, porque a alocação desses recursos precisa beneficiar a modicidade tarifária, fundamental para a continuidade do serviço público e o equilíbrio econômico-financeiro dos Contratos de Concessão. Finalizo lembrando que é preciso aumentar a produção de gás natural e promover a desconcentração de mercado para incentivar a concorrência, reduzir o preço, aumentar o consumo e utilizar o gás natural e biometano na transição energética”, analisou Paschoal.
Estiveram presentes ao encontro, o conselheiro da Agenersa Marcos Cipriano e o assessor Alexandre Beraldi.