AGENERSA na Rua: após notícia veiculada na imprensa sobre falta d’água no município de Belford Roxo, Baixada Fluminense, equipe de fiscalização se desloca ao bairro Vale do Ipê para apurar o fato
Logo após ser veiculada pela imprensa nesta terça-feira (03/09), notícia sobre falta d’água no bairro Vale do Ipê, município de Belford Roxo, Baixada Fluminense, área de concessão da Águas do Rio (bloco 4), fiscais da Câmara de Saneamento e técnicos da ouvidoria seguiram imediatamente para este endereço a fim de investigar as causas do problema.
Simultaneamente, chegou à Agenersa o comunicado sobre o caso através da Comissão de Saneamento da Alerj. Embora nenhuma reclamação tenha sido registrada na ouvidoria da agência reguladora, uma equipe já estava se dirigindo à Rua Núbia.
Em nota divulgada no dia 29/08/24, a Águas do Rio informou que o abastecimento estaria comprometido por conta das represas do Sistema Acari (São Pedro, Tinguá, Rio d’Ouro, Xerém, Mantiquira, Registro e João Pinto), geridas pela Cedae; e pelas unidades que captam água nos rios Pico, Riachão da Lagoinha, Cachoeira Grande e Paraíso que atendem o município de Magé. A concessionária também esclareceu que foram adotadas algumas medidas operacionais como implantação de novos sistemas de bombeamento e reforço de caminhões-pipas para atender aos serviços essenciais e minimizar o impacto da estiagem que vem prejudicando a captação de água em represas que abastecem os municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Nova Iguaçu e Queimados.
Durante a inspeção, a equipe técnica da Agenersa constatou que o abastecimento no local é intermitente e observou que muitos hidrômetros estavam zerados, desconectados e alguns até lacrados. Além de representantes da regulada, também estavam presentes à fiscalização membros da Comissão de Saneamento da Alerj, incluindo o presidente, Deputado Jari Oliveira.
Em resposta à solicitação da agência reguladora, a concessionária Águas do Rio disponibilizou caminhão-pipa, que chegou às 17h24, para abastecer os reservatórios de água dos moradores da Rua Núbia visando atenuar a situação, temporariamente.
Diante das constatações, a Agenersa informou que abrirá um processo regulatório para apurar as responsabilidades sobre as irregularidades detectadas na fiscalização.