Agenersa realiza audiência sobre o Futuro do Mercado de Gás no Rio de Janeiro

Agenersa realiza audiência sobre o Futuro do Mercado de Gás no Rio de Janeiro
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A última sexta-feira, 6 de outubro, foi marcada por um evento significativo realizado pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa). Nas dependências da sede da PGERJ, a agência promoveu uma audiência com o propósito de discutir o futuro do mercado de gás no Estado do Rio de Janeiro.

Este evento faz parte de um programa do governo federal que visa criar um mercado de gás natural mais aberto, dinâmico e competitivo, com o intuito de estimular o desenvolvimento econômico do país. A Agenersa desempenhou um papel crucial ao promover um debate aberto sobre a nova proposta de comercialização de gás no estado e ao incentivar uma reflexão sobre as condições para a realização dos cálculos tarifários e o fornecimento de gás.

 

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Conselheiro Vladimir Paschoal.

Esta foi a primeira audiência pública realizada pelo órgão sob a nova gestão, coordenada pelo conselheiro Vladimir Paschoal. Na abertura, o presidente da Agenersa, Rafael Menezes, destacou a reestruturação da instituição e enfatizou os três pilares da agência: governança, transparência e capacitação. A mesa de abertura também contou com a presença de autoridades e representantes do setor, como o Procurador Geral Marcus Vinicius, o conselheiro José Antônio Portela, o deputado Thiago Rangel, o gerente da Câmara Técnica de Energia Jorge Calfo e o gerente da Câmara Técnica de Política Econômica e Tarifária, Fábio Cortez.

Além disso, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANEP) esteve presente e recordou o termo de cooperação para regulação do gás natural assinado junto à Agenersa no final de 2022. Ambas as agências comprometeram-se a trabalhar em conjunto na capacitação e formação de profissionais no campo da regulação do gás no Brasil, abrangendo gás natural canalizado, gás natural comprimido (GNC) e gás natural liquefeito (GNL) no Estado do Rio de Janeiro.

A audiência também contou com contribuições significativas de diversas instituições, como Firjan, ABRAGET (Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas), ABRACE (Associação Brasileira de Consumidores de Energia), Abiogás, IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás), ARKE energia, ABEGÁS (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado), Naturgy, EDF (Brasil) e Zenetgás. Cada uma dessas instituições teve a oportunidade de apresentar suas propostas relacionadas ao fornecimento de gás, seus métodos para calcular as taxas tarifárias e discutir os agentes comercializadores.

Este debate representa um passo importante na busca por um mercado de gás natural mais eficiente e competitivo no Estado do Rio de Janeiro, alinhando-se com as diretrizes do governo federal para o setor energético.


 

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