Agenersa presente em audiência pública que apresentou o plano de saneamento de Nova Iguaçu
O conselheiro Silvio Santos e os gerentes da Câmara de Resíduos Sólidos (CARES), Pedro Pequeno, e da Câmara Técnica de Política Econômica e Tarifária (CAPET), Fábio Côrtes do nascimento, representaram a Agenersa na audiência pública que a Prefeitura de Nova Iguaçu realizou para apresentar seu Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), no dia 21 de janeiro, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), no Centro do município. O objetivo do encontro foi apresentar e debater projetos de melhorias para drenagem, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e abastecimento de água, considerando os princípios da universalidade e do desenvolvimento sustentável.
O plano, que definirá regras para esses quatro temas, é uma parceria da Prefeitura de Nova Iguaçu com o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), com o apoio do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e do Comitê de Bacia da Baía de Guanabara. Com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o PMSB servirá de instrumento para a captação de recursos estaduais e federais, e a sua elaboração atende às diretrizes nacionais de saneamento básico, conforme a Lei Federal 11.445 /2007.
As propostas formuladas pelo poder público, para os próximos 20 anos, foram submetidas ao questionamento popular, que também pôde sugerir ideias.
De acordo com o prognóstico da água, apresentado na audiência pública, os investimentos previstos de R$ 123,5 milhões até 2032 preveem aumento na produção de água, execução de novas adutoras, reservatórios e ligações, com pressão disponível adequada na rede e fornecimento contínuo de água. Além disso, o prognóstico diz que haverá melhoria na qualidade da água distribuída. O prognóstico de esgotamento sanitário prevê implantação dos subsistemas de Ipiranga, a curto prazo, Botas, médio prazo, e Iguaçu, longo prazo. Está prevista também a implantação de três grandes Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Para o esgotamento sanitário estão previstos R$ 1,46 bilhões de reais até 2032.
Também participaram da audiência pública, que foi aberto à população em geral, conselhos municipais e entidades públicas e privadas, o secretário Municipal de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente (Semuham), Giovanni Guidone, o coordenador do Programa de Saneamento dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (PSAN), da SEA, Gelson Serva, diretor de Comercialização e Distribuição Metropolitana da Cedae, Marcelo Mota, o professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), Isaac Volschan, diretor do Comitê da Baía de Guanabara, Ediel Caldas e, representando o presidente da Câmara de Nova Iguaçu, o vereador Gerciano.
Após a audiência pública, a prefeitura municipal irá encaminhar projeto de lei com minuta para aprovação dos vereadores.
Com informações da Ascom da Prefeitura de Nova Iguaçu