Monitoramento de indicadores é uma ferramenta de gestão que salva vidas
Na Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), os dados salvam vidas. O uso de ferramentas modernas no monitoramento de indicadores de mortalidade em UTI ajudou na redução de 23,26%, no primeiro semestre de 2024, para 21,32% no mesmo período deste ano, o que corresponde a 293 pessoas salvas. Outro fator importante foi a economia de recursos, que chegou a R$ 12 milhões na comparação citada. Os anúncios foram feitos nesta quarta-feira (13/08), no Rio Innovation Week (RIW), pelo subsecretário de Atenção à Saúde, Caio Souza. A secretária de Estado de Saúde prestigiou o evento e antes participou da mesa de abertura do Hospital Estadual Pedro Ernesto (HUPE).
“A avaliação constante de dados é uma ferramenta poderosa em saúde pública, que adotamos em nossa gestão na pasta. Salvamos vidas não apenas com tecnologia moderna, mas com decisões pautadas por estatísticas consistentes, análise eficaz, propósito, eficiência e atendimento humanizado”, ressaltou Claudia Mello, secretária de Saúde.
No armazém quatro, região portuária do Rio de Janeiro, se apresentaram Caio Souza e Ulisses Melo, médico intensivista do Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT). Eles falaram sobre “Dados que salvam vidas”. A mediadora do encontro foi a Emanuella Rainho, assessora de Inovação da Secretaria de Saúde. O subsecretário de Atenção à Saúde destacou a importância de se monitorar os dados para salvar vidas.
“A qualidade da assistência começa com a mineração dos dados e depois passa pela interpretação dos indicadores. Para isso, a secretaria utiliza de ferramentas tecnológicas, contando com a inteligência artificial, na busca de informações robustas para subsidiar nas decisões. Nosso levantamento indica quase 300 vidas salvas e R$ 12 milhões economizados nos últimos meses, de uma gestão eficiente. Inovar é salvar vidas”, frisou Caio Souza.
O médico intensivista do HEAT disse, no palco 15 do RIW, que os dados bem apurados ajudam na hora de tomar as decisões, como na abertura de leitos e modificar procedimentos.
“É uma estratégia valiosa que salva vidas nas unidades públicas do Estado do Rio de Janeiro. Contribui para melhorar o rumo do atendimento, na aceleração do diagnóstico e no desfecho clínico de sucesso”, declarou Ulisses Melo.