Na Câmara Técnica do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), representantes dos estados debateram plano da OMS sobre o tema
Em Brasília, a secretária de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Claudia Mello, participou nesta terça-feira (01/04) da Câmara Técnica do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) para debater o Plano de Ação Global para a Segurança do Paciente 2021–2030 criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo é aprimorar a segurança da saúde pública, e torná-la mais resiliente em todo o mundo.
O plano estabelece sete objetivos para transformar a cultura, as práticas e a governança das unidades hospitalares em torno da segurança do paciente. São as diretrizes: políticas para eliminar danos evitáveis nos cuidados de saúde; organizações de alta confiabilidade; segurança dos processos clínicos; envolvimento do paciente e da família; formação, habilidades e segurança dos profissionais de saúde; informação, pesquisa e gestão de risco; sinergia, parceria e solidariedade.
“A segurança do paciente é um assunto de extrema relevância. É primordial reduzirmos os riscos e garantir o bem estar de cada indivíduo que acolhemos nas nossas unidades”, explica a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello.
As reuniões seguem na terça-feira (02/04). A partir disso, o Conass prepara um documento a ser enviado ao Ministério da Saúde. O secretário executivo do Conselho, Jurandi Frutuoso, explica que o objetivo é avançar no assunto.
Mais do que uma diretriz, o Plano representa um chamado à ação, à responsabilidade compartilhada e à construção de um novo patamar de cuidado, centrado no paciente, proativo na gestão de riscos e orientado por evidências. A coordenadora Câmara Técnica e assessora técnica do Conselho, Carla Ulhoa, explica a importância da representatividade dos estados.
“Essa é uma oportunidade preciosa de olharmos com coragem para os obstáculos que ainda persistem, mas, principalmente, de criar caminhos viáveis e transformadores para superá-los. O que está em jogo é mais do que metas e indicadores: é a integralidade do cuidado, a confiança dos cidadãos e a nossa capacidade de garantir que ninguém seja prejudicado enquanto busca ajuda no Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse