Com representantes do Ministério da Saúde e FioCruz, evento capacitou profissionais de Atenção Primária à saúde e das maternidades do estado
Nesta quinta-feira (24/10), a SES-RJ recebeu enfermeiras, médicos e profissionais de atenção à saúde de todo o estado para debater boas práticas de notificação e detecção de anomalias congênitas. Em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVISA) do Ministério da Saúde, a oficina acontece pela primeira vez no estado.
A superintendente de atenção primária à Saúde, Halene Armada, destacou que o Rio de Janeiro tem estrutura para aperfeiçoar as notificações e ajudar na elaboração de políticas públicas.
“Ao qualificarmos a detecção de anomalias congênitas, somos capazes de compreender as causas para a letalidade infantil. Dessa forma, conseguimos acompanhar desde o pré-natal até as primeiras horas depois de nascer”, destacou a superintendente.
Na parte da manhã, o geneticista do Instituto Fernandes Figueira, Juan Llerena Jr., apresentou os cuidados necessários para o diagnóstico preciso de males congênitos. E durante a tarde, o representante da SVISA, João Matheus Bremm, detalhou os processos de notificação no Sistema Nacional de Nascidos Vivos.
Por fim, os profissionais envolvidos na oficina fizeram um treinamento prático e receberam um manual orientador para a criação de rotinas e mecanismos no auxílio da detecção das anomalias congênitas nas primeiras 48 horas de vida.