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Dia da Vacina BCG: técnicos da Secretaria de Estado de Saúde tiram dúvidas
Dia da Vacina BCG: técnicos da Secretaria de Estado de Saúde tiram dúvidas

Imunização com a BCG diminui os riscos de casos graves de tuberculose

 

Nesta segunda-feira (01/07), Dia da Vacina BCG, data de conscientização estabelecida pelo Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) reforça a necessidade de vacinação com o imunizante para evitar formas graves de tuberculose. No ano passado, foi alcançado apenas 79,10% de cobertura vacinal (CV) no estado do Rio de Janeiro, enquanto neste ano, até o momento, 75,30%. Ambas, ainda estão abaixo da meta de 90%.

Para tirar eventuais dúvidas sobre a BCG, técnicos da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde (Subvaps) da SES-RJ, respondem perguntas frequentes sobre o tema:


1. O que pode acontecer caso uma pessoa não se vacine com a BCG?

Pessoas não vacinadas têm maior risco de desenvolver formas graves de tuberculose, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar.

2. Qual é o público-alvo de vacinação da BCG?

Recém-nascidos, sendo as primeiras 12 horas após o nascimento preferenciais para a vacinação. Crianças de até 4 anos, 29 dias e 11 meses de idade que não tenham sido vacinadas anteriormente também podem receber a BCG.

3. Quem não tomou a BCG quando criança, ainda pode se vacinar?

Na rotina, a BCG é recomendada para crianças até 4 anos de idade que não foram vacinadas anteriormente. Em algumas situações específicas, pode ser recomendada para adolescentes e adultos que têm contato intradomiciliar com pessoas diagnosticadas com Hanseníase.

4. Quantas doses são aplicadas?

A vacina BCG é aplicada em dose única.

5. Quais são as contraindicações da vacina BCG?

Recém-nascidos com peso inferior a 2 kg, mulheres grávidas, pessoas a partir de 5 anos portadoras de HIV e pessoas com histórico de reação adversa grave à vacina BCG não devem ser vacinadas.

6. Há alguma reação da vacina?

Sim, algumas reações podem ocorrer, incluindo:
- Formação de um pequeno nódulo ou úlcera no local da aplicação.
- Aumento de linfonodos na região axilar.
- Em raros casos, pode ocorrer formação de abscesso ou infecção.