Dados da Divisão de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis marca o Maio Amarelo, mês de prevenção de acidentes de trânsito
Para marcar o Maio Amarelo, mês de prevenção de acidentes de trânsito, a Divisão de Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, por meio da Equipe Técnica de Prevenção e Notificação dos Acidentes de Trânsito Terrestre, lança o terceiro boletim sobre os acidentes de transportes terrestres (ATT). Na edição de 2020 do material, foi feita uma comparação entre os dados de 2010 e 2018, além da inclusão dos dados preliminares de 2019, com o objetivo de analisar os avanços, retrocessos e desafios no tema, com base nas informações sobre óbitos, custo de internação, frota de veículos e mortalidade por Frações Atribuíveis ao Álcool (FAA). Os dados preliminares de 2019 apresentam a quantidade de mortes no trânsito e as principais características sociodemográficas de distribuição, além das principais mudanças ao longo desses anos.
Esse é o sétimo ano do “Maio Amarelo”, que marca as ações para reduzir os acidentes nas ruas e rodovias. Maio foi escolhido por ter sido o mês em que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito e por ser o mês de referência para o balanço das ações realizadas pelo mundo. O amarelo faz referência à sinalização e advertência no trânsito. Este ano, em função da pandemia mundial de coronavírus (COVID-19), as ações foram pensadas para impactar a população de maneira virtual. Com o tema “Perceba o risco, proteja a vida”, a campanha é voltada para os profissionais que prestam serviços essenciais ao país.
O médico Fernando Jorge Monteiro Martins, neurocirurgião do Centro de Trauma do HEAT, referência no atendimento trauma ortopédico de alta complexidade, e também um apaixonado por motocicletas, afirma que é possível diminuir os riscos de morte ou invalidez por conta de um acidente de trânsito. Com experiência sob duas rodas e toda a vivência profissional, ele ressalta o quanto é valioso ser prudente. “É indispensável seguir as regras de trânsito, usar capacete, viseira e óculos. Se possível luva e jaqueta. Sou motociclista há mais de 40 anos e passei essa paixão para os meus filhos. Mas a regra lá em casa é clara: andar de moto, só com segurança!”
Acesse aqui:Boletim ATT Maio Amarelo.pdf