Café da manhã foi realizado para os profissionais que atuam nos hospitais Alberto Torres (Heat), João Batista Cáffaro, Roberto Chabo, Zilda Arns e na UPA do Colubandê
Eles não transportam apenas pacientes. Esses profissionais são muito importantes também no acolhimento dos doentes e fundamentais na agilidade do atendimento. Nesta segunda-feira (18) é comemorado o Dia do Maqueiro e hospitais da rede estadual de saúde enfatizam a atuação desses profissionais, cuja dedicação tem feito a diferença na missão cotidiana de salvar vidas. Para reconhecer o trabalho desenvolvido, o departamento de Humanização, Qualidade e Eventos da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), em conjunto com os Núcleos de Estudos e Projetos (NEP) de seis unidades administradas pela Organização Social Ideias, organizou um café da manhã para os maqueiros, que ganharam brindes e muitos elogios pelo trabalho.
Para Wanderson de Oliveira, de 26 anos, maqueiro no Hospital Estadual Alberto Torres há três anos e quatro meses, ser maqueiro é muito mais do que transportar pacientes, é garantir a segurança deles. “A responsabilidade é muito grande quando transportamos um paciente, seja em um caso de urgência e emergência, na saída do centro cirúrgico ou recebendo alta hospitalar”, garante o profissional que estuda enfermagem.
Nos Hospitais Estadual Alberto Torres (Heat), em São Gonçalo, João Batista Cáffaro, em Itaboraí, Roberto Chabo, em Araruama, Zilda Arns, em Volta Redonda, o Instituto Estadual do Cérebro, no Rio, e a UPA do Colubandê, também em São Gonçalo, os maqueiros estão distribuídos por todos os setores. Eles estão desde as portas de entrada, passando pelos centros de imagens e cirúrgicos, ambulatórios, unidades de internação e de terapia intensiva.
O maqueiro é um assistente operacional responsável por transportar os pacientes de um ponto a outro para que sejam atendidos de forma ágil, segura, eficiente e humanizada. “Eles têm raciocínio rápido, são proativos no ambiente de trabalho, capacitados e têm inteligência emocional para lidar com pessoas acidentadas ou em estado grave, conseguem trabalhar em equipe e têm empatia para se comunicar com pacientes e familiares em momentos delicados”, afirma Raphael Riodades, diretor do Hospital Estadual Alberto Torres.