Operação na Gávea apreende produtos com indícios de falsificação que abasteciam comércio ambulante

Operação na Gávea apreende produtos com indícios de falsificação que abasteciam comércio ambulante
fiscalização flamengo

Ação conjunta da SEDCON, PROCON-RJ e 23º BPM recolheu bandeiras e roupas do Flamengo, além de brinquedos sem selo de segurança de personagens como Lilo & Stitch e Sonic

Uma operação conjunta da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON), do PROCON Estadual (PROCON-RJ) e do 23º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro resultou na apreensão de produtos com indícios de falsificação na região da Gávea, na Zona Sul do Rio.

Durante a fiscalização, os agentes identificaram mercadorias armazenadas em um veículo que estaria sendo utilizado para abastecer o comércio ambulante da região. Entre os itens encontrados estavam produtos do Flamengo, como bandeiras, roupas e bonecos, além de brinquedos dos personagens Lilo & Stitch e Sonic.

As mercadorias apresentavam diversas irregularidades. Entre elas estavam baixa qualidade do material, ausência de embalagem adequada, falta de selo de segurança obrigatório em brinquedos, ausência de identificação de fabricante ou importador e preços muito abaixo do valor praticado no mercado.

Diante dos indícios de irregularidade, os produtos foram apreendidos, como medida preventiva para garantir a segurança do consumidor.

De acordo com o Secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, a comercialização de produtos falsificados ou sem certificação pode representar riscos ao consumidor, principalmente no caso de brinquedos, que devem atender a normas de segurança específicas.

- O consumidor precisa ter a garantia de que o produto adquirido é seguro e tem procedência. A venda de itens com indícios de falsificação, especialmente brinquedos sem certificação, coloca em risco a saúde e a segurança das pessoas. Nosso trabalho é justamente retirar esses produtos do mercado e proteger a população -, afirma Fonseca.

A prática pode configurar infrações ao Código de Defesa do Consumidor, especialmente no que diz respeito ao direito à informação adequada e à proibição da comercialização de produtos impróprios ou em desacordo com normas oficiais. Além disso, pode haver violação à legislação de propriedade industrial, que combate a falsificação de marcas.

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