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Rebio Guaratiba promove curso sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais

Rebio Guaratiba promove curso sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais
Rebio Guaratiba promove curso sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais

Capacitação faz parte do Programa de Educação Ambiental da unidade de conservação

 

A Reserva Biológica de Guaratiba (RBG), administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) promoveu, nos dias 29 e 30/9, curso para conhecimento e uso de Plantas Alimentícias Não Convencionais, as PANC. O objetivo do curso foi compartilhar com a comunidade local os benefícios destas plantas, comuns no nosso dia-a-dia, mas com propriedades desconhecidas ao público geral.

 

As PANC são plantas com potencial alimentício e desenvolvimento espontâneo que não são consumidas em larga escala ou são utilizadas apenas em determinadas regiões e comunidades. O curso, que teve oito horas de carga horária, contou com 18 participantes e foi ministrado pela engenheira agrônoma da Pesagro/Rio, Celma Azevedo, e pelo auxiliar de jardinagem da RBG, Marcelo Diniz.

 

A capacitação contempla parte do conteúdo do Programa de Educação Ambiental da Rebio Guaratiba. “É prazeroso poder compartilhar este conhecimento relevante com a comunidade e interagir com os parceiros da unidade de conservação. Construímos uma horta no local para usarmos como ferramenta de trabalho e educação, este curso foi uma ótima oportunidade para a prática”, comenta o gestor da RBG, Maurício Reis.

 

Sobre a Reserva Biológica Estadual de Guaratiba

 

A Reserva Biológica de Guaratiba está localizada na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, entre Barra de Guaratiba e Pedra de Guaratiba. Protege, desde a década de 1970, importante remanescente de manguezal na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, associado à Baía de Sepetiba.

 

Trata-se de ecossistema de grande valor ambiental, econômico e social, por oferecer inúmeros serviços ambientais, dentre os quais a manutenção da diversidade biológica, a oferta de pontos de repouso e alimentação para diversas espécies de aves migratórias e a prevenção de inundações, além de servir como fonte de matéria orgânica para águas adjacentes, constituindo a base da cadeia trófica de espécies de importância econômica e ecológica.

 

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