DEGASE FORMA NOVOS AGENTES NO III CURSO DE AÇÕES RÁPIDAS
Após um mês intenso de aulas e dedicação exclusiva dos alunos, chegou o tão esperado dia: a formatura do III Curso de Ações Rápidas do Degase (CAR). A cerimônia aconteceu nesta sexta-feira (18), na sede da Coordenação de Segurança e Inteligência (Csint), na Ilha do Governador. Ao todo, 23 servidores participaram do processo de treinamento e habilitação de agentes de segurança socioeducativos para composição do Grupamento de Ações Rápidas (GAR) do órgão.
A formação, que tem o objetivo de capacitar os agentes para realizar intervenções táticas em situações de crise no sistema socioeducativo, foi oferecida em parceria com a Escola de Gestão Socioeducativa Paulo Freire (ESGSE) e com a Divisão de Capacitação Prática (Dicap-Csint), com uma carga horária total de 160 horas, sendo 40 horas teóricas e 120 horas práticas.
Na grade de treinamento, os agentes tiveram aulas de disciplinas como negociação de crise, atendimento pré-hospitalar, telecomunicação, prevenção de combate a incêndio, controle de distúrbio em espaço confinado, entre outras. As aulas tiveram o apoio de outras quatro forças de segurança pública: o Corpo de Bombeiros, a Guarda Municipal, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ).
De acordo com o diretor do GAR, Cláudio Porciúncula, este ano, o curso contou ainda com alunos de outras forças e estados, colocando o Rio de Janeiro como referência em ações rápidas na socioeducação. O diretor foi aluno da primeira turma do curso, formada em outubro de 2014.
– Brasília, Piauí, Minas Gerais e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro tiveram representantes no CAR 2020. O Degase também recebeu mais de 50 pedidos de participação de todo o Brasil, o que mostra a nossa expertise no assunto – comemora – Porciúncula.
Para o diretor-geral do Degase, major Márcio Rocha, o CAR é uma divisão importante no controle da segurança do Departamento.
- Os agentes do GAR são a referência para as situações de crise, seja para intervir, conter ou negociar em momentos que necessitam do uso de técnicas específicas para garantir a segurança tanto de servidores quanto dos adolescentes. Eles também se tornam instrutores e multiplicadores de todos os conhecimentos especializados que adquirem no curso, sendo essenciais não só para o trabalho do Grupamento mas de todos os outros agentes e do Degase como um todo - finalizou o diretor.