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‘Pacto pelo Rio’ reúne autoridades públicas e representantes da sociedade civil para debater soluções para a segurança pública
pacto pelo rio

  A proposta, apresentada no último dia 23/02, durante o seminário Pacto Pelo Rio, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), seria tornar mais rígidas as penas e as possibilidades de progressões de regimes e benefícios penais para quem comete crimes violentos, em especial delitos como tráfico de drogas e de armas. Na abertura do evento, o governador enumerou importantes dados de redução de crimes no estado do Rio de Janeiro, fruto do investimento em tecnologia e inteligência.



   A redução, em janeiro deste ano, dos casos de letalidade violenta com queda de 15% em relação a janeiro de 2023 é um dos destaques da diminuição da criminalidade no estado do Rio. O indicador, que engloba homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, roubo seguido de morte e morte por intervenção por agente do Estado, apresentou o menor número de vítimas desde 1991, quando iniciou a série do Instituto de Segurança Pública (ISP). Os homicídios dolosos também registraram queda de 3%, o menor número de vítimas desde 1991.
 


– As nossas forças de segurança atuam diariamente para todos no estado. Como exemplo, temos os resultados do Réveillon e do Carnaval, eventos bem sucedidos, em que a população se divertiu em segurança. Além disso, temos a redução dos números de homicídios dolosos, crimes de rua e roubos de carga. Essa realização também é resultado do investimento do Estado em tecnologia e valorização dos nossos policiais. O verdadeiro Pacto Federativo só é possível por meio da reunião dos poderes, da sociedade civil e da imprensa, como estamos fazendo aqui hoje – finalizou o governador.
 


  Castro reafirmou também os compromissos da gestão para que o Estado integre um Pacto Federativo, avançando nas soluções de demandas sociais importantes e no combate à violência promovida por mafiosos e terroristas que afeta todos os estados.



–  Enfrentamos um problema crônico e histórico, são situações análogas à de terrorismo: queimam ônibus, colocam barreiras para que a polícia não entre – completou.

 

   No painel de segurança pública, o secretário de segurança, Victor dos Santos, pontuou a necessidade da integração entre a sociedade civil e as forças policiais e reforçou, ainda, que a meta à frente da pasta é transformar os dados positivos em sensação de segurança para a sociedade.

 

- As polícias trabalham diariamente, se dedicam e a proteger a sociedade 24 horas por dia. As estatísticas criminais vêm mostrando bons resultados, mas precisamos transformar isso em sensação de segurança. A sociedade precisa entender que os policiais são como nós, são pais, mães, filhos e então todos querem se sentir seguros. Para isso, a sociedade civil e a mídia precisam estar ao nosso lado, para mostrar o trabalho positivo das forças de segurança. Todos nós precisamos estar imbuídos nesse mesmo propósito, - pediu o secretário.



  Também estiveram no evento o ministro do STF Gilmar Mendes; o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho; o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio Janeiro, Luciano Mattos; e o presidente da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Ivan Simonsen Leal, entre outros.


 

Fonte: ASCOM / SESP RJ