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InundAÇÃO

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DIMENSIONAMENTOS, ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS, POLÍTICAS PÚBLICAS E ESTUDOS AFIMS NA PREVENÇÃO E CONTROLE DE ENCHENTES NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 

Este trabalho teve como missão desenvolver temas estratégicos para um controle efetivo da gestão e fiscalização do estado, auxiliando as questões estratégicas e podendo ser incorporados como políticas públicas.

A Fundação Ceperj fez uma pesquisa ampliada sobre tecnologias, técnicas e políticas públicas utilizadas na prevenção e controle de enchentes no estado.

O contínuo e desordenado crescimento antrópico, responsável por impulsionar o acelerado processo de urbanização ocorrido nos últimos quarenta anos nos países em desenvolvimento, tem sido o principal motivador do agravamento dos problemas relacionados às inundações nos grandes centros.

A alteração dos índices pluviométricos nas áreas urbanas está associada à alteração do microclima local, fruto do aumento da temperatura média decorrente da alta concentração de edificações e da disponibilidade cada vez menor de áreas livres. Assim, a ocorrência de chuvas mais intensas, duradouras e frequentes colabora com o aumento do nível das cheias, dada a impermeabilização crescente das bacias hidrográficas e a ocupação inadequada das regiões ribeirinhas aos cursos d’água.

O intuito dessa publicação é propor informações, levantamentos para que exista um debate amplo e com dados.

Existem lacunas, como: corpo técnico sendo modificado, falta de informações claras, banco de dados e comunicação entre os órgãos.

 

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BREVE INTRODUÇÃO DA CONCEPÇÃO DO PROJETO

 

A ideia surgiu em fevereiro 2019, a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro necessitava de novos projetos que possibilitavam a criação de indicadores ou que trouxessem relevância para algum tema ou problemática no estado.

O início do projeto se desenvolveu em uma tecnologia para controle de enchentes, como uma pesquisa de campo, investigando os bueiros inteligentes [1]no município do Rio de Janeiro.

O projeto passou por diversas revisões e discussões para compreensão a necessidade de uma pesquisa, transformando a ideia do projeto diversas vezes. Amplas pesquisas bibliográficas foram feitas para descobrir as necessidades do estado e o sentido da participação da fundação no tema. Dentre as necessidades levantadas, a CEPERJ enxergou a carência de informações para o planejamento e compreensão das problemáticas no estado.

Existem diversas informações espalhadas e de difícil acesso: o órgão de controle e monitoramento não troca informações com os órgãos de resposta, os pesquisadores acadêmicos não divulgam de forma clara o trabalho levantado, os bancos de dados não estão integrados. Essas dificuldades apontadas prejudicam o amplo debate, tornando mais difícil as tomadas de decisão.

O projeto Fase 1 teve como objetivo a criação de um documento técnico que possibilita a equalização do tema, para tomadores de decisão, secretários, pesquisadores e a população.

Ter o real entendimento das características conceituas do tema, de como o estado funciona em reações aos desastres, as políticas públicas que influenciam, gastos com o impacto das ocorrências, doenças de veiculação hídrica e tecnologias para soluções é de extrema importância para uma quebra de paradigma.

A junção de órgãos e pesquisadores de ponta é algo pioneiro e que de fato possibilita o debate para melhorias, esse projeto é uma alternativa, que possibilita ideias e entendimento para que os tomadores de decisão deem continuidade.

 

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