Ceasa/RJ completa 48 anos de atividade
Mercado de Irajá da Ceasa/RJ começou a funcionar no dia 28 de agosto de 1974
Aniversário

Principal ponto de comercialização de hortifrutigranjeiros no território fluminense, a Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa/RJ) comemora, dia 28/08, seu aniversário de 48 anos de funcionamento, iniciado em 1974. A instituição, no entanto, foi criada em 20 de maio de 1970, através do Decreto Lei Estadual nº 228, e inaugurada em março de 1974.

O bairro de Irajá, na Zona Norte da capital, foi escolhido para abrigar a sede da empresa, que hoje conta com outros cinco mercados situados em São Gonçalo, na Região Metropolitana; Nova Friburgo, na Região Serrana; Paty do Alferes, no Vale do Paraíba; São José de Ubá e Itaocara, no Norte e Noroeste do estado, respectivamente.

 

Comercialização

Somente esse ano, entre janeiro e julho, a Ceasa/RJ já comercializou quase 1 milhão e 700 mil toneladas de alimentos. O volume gerou uma movimentação financeira de R$ 3,6 bilhões.

No ano passado (2021) foram comercializadas 1 milhão e 844 mil toneladas de alimentos. O volume financeiro movimentado passou de R$ 4,6 bilhões.

Já 2020 apresentou um montante de R$ 5,5 bilhões, com uma comercialização de 2 milhões e 210 mil toneladas de alimentos. 

Placa de inauguração da Ceasa/RJ, instalada em março de 1974, no 6º andar do Prédio Administrativo
Placa de inauguração da Ceasa/RJ, instalada em março de 1974, no 6º andar do Prédio Administrativo

 

A Ceasa/RJ em Irajá recebe, diariamente, quase 60 mil pessoas e 40 mil veículos que redistribuem todo o material comercializado no entreposto para a capital e municípios vizinhos como São João de Meriti, Nilópolis, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Magé, entre outros.

 

Missão da Ceasa

Ao longo de quase meio século de atividade a Ceasa/RJ se consolidou como uma das maiores centrais de abastecimento da América Latina. 

Hoje, atua a nível de produção (com os Mercados do Produtor), atacado e varejo, o que possibilita acompanhar todas as fases do processo de comercialização dos alimentos, buscando a eficiência operacional do sistema como um todo.

Presidente da Ceasa/RJ, Bianca de Carvalho
Presidente da Ceasa/RJ,
Bianca de Carvalho

A presidente da Ceasa/RJ, Bianca de Carvalho, destaca que a instituição honra seu compromisso com o abastecimento e fomento à agricultura, mesmo durante o período pandêmico, quando não deixou de funcionar.

“Passamos por um momento muito delicado e difícil por causa do coronavírus, mas com a colaboração, dedicação e comprometimento de toda a equipe e permissionários, alcançamos êxito”, comemora a gestora.

 

Canal de Vendas

A Ceasa/RJ proporciona aos produtores de todo o Rio de Janeiro, e outros estados, como Minas Gerais e São Paulo, um local para o escoamento de suas produções, o que fomenta a agricultura nacional.

“Assim, os agricultores podem atingir mais consumidores e a missão da Ceasa, fomentar a agricultura e dinamizar a distribuição de alimentos, se concretiza”, afirma a chefe da Divisão Técnica, Rozana Moreira. 

Prédio Administrativo da Ceasa/RJ, localizado na Avenida Brasil, 19001, em Irajá
Prédio Administrativo da Ceasa/RJ, localizado na Avenida Brasil, 19001, em Irajá

 

Responsabilidade Social

Quem também completa aniversário em agosto é o Banco de Alimentos da Ceasa/RJ. O programa foi fundado em 2012 com o objetivo de contribuir no combate à desnutrição e à insegurança alimentar em todo o estado do Rio de Janeiro e promover a economia fluminense. 
 
Em 2021, o Banco de Alimentos da Ceasa/RJ doou 792 toneladas de produtos para quase 300 instituições, beneficiando aproximadamente 50 mil pessoas 
em situação de vulnerabilidade econômica e social

Em todo o ano de 2020, o programa doou 1000 toneladas de legumes, frutas e verduras para 228 instituições de todo o estado do Rio. Mais de 45 mil pessoas foram beneficiadas.

Bianca de Carvalho (dir.), e o diretor do Banco de Alimentos, Carlos Augusto Quintanilha, com casal de representantes da Associação de Moradores  do Parque Vila Esperança, uma das 17 favelas  situadas no entorno da Ceasa
Bianca de Carvalho (dir.), e o diretor do Banco de Alimentos, Carlos Augusto Quintanilha, com casal de representantes da Associação de Moradores  do Parque Vila Esperança, uma das 17 favelas  situadas no entorno da Ceasa