CTAFPA realiza primeira reunião do ano e debate fortalecimento da pesca artesanal e aquicultura familiar no estado

CTAFPA realiza primeira reunião do ano e debate fortalecimento da pesca artesanal e aquicultura familiar no estado
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A Câmara Técnica de Aquicultura Familiar e Pesca Artesanal (CTAFPA), vinculada ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRUS), realizou sua primeira reunião de 2026, reunindo representantes do poder público, entidades do setor e organizações da sociedade civil para discutir temas estratégicos voltados ao fortalecimento da pesca artesanal e da aquicultura familiar no estado do Rio de Janeiro.

O encontro contou com a apresentação sobre a 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, conduzida por Paulo Mario Carvalho de Faria, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, e Naetê Barbosa Lima Reis, analista de Políticas Sociais da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Pesca e Aquicultura. A exposição esclareceu o funcionamento das etapas preparatórias, destacou a importância da mobilização dos diferentes segmentos e reforçou o papel da conferência na construção participativa de políticas públicas para o setor.

A reunião também trouxe o relato de experiência da extensionista da FIPERJ, Ana Paula Araújo Pereira, do Escritório Regional das Baixadas Litorâneas, que apresentou as etapas preparatórias da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário. Durante sua fala, foram compartilhados aprendizados, desafios e reflexões sobre a relevância da participação social nos processos conferenciais, demonstrando como as propostas construídas nos territórios avançam até a etapa nacional e influenciam decisões estratégicas.

Coordenada pelos extensionistas da FIPERJ, Letícia Nogami e Anderson Barros, reforçando a importância da CTAFPA como espaço permanente de diálogo, articulação institucional e construção coletiva. A mobilização em torno das conferências representa uma oportunidade concreta para que pescadores, aquicultores e trabalhadores do setor contribuam diretamente na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da atividade no estado do Rio de Janeiro.