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O que é violência obstétrica? Confira aqui cartilha sobre o assunto
Cartilha Violência Obstétrica

Desrespeitar a mulher, homem trans ou pessoa não binária durante a gestação, o parto e o puerpério; ministrar medicamentos para acelerar trabalho de parto, sem necessidade; e induzir a pessoa a acreditar que não tem capacidade para escolher como será o seu parto são exemplos de violência obstétrica. 

É um tipo de violência contra a pessoa que gesta, praticada por quaisquer pessoas que estiverem ao redor, como médico (a), enfermeiro(a), técnico(a) de enfermagem, fisioterapeuta, doula, recepcionista e até a pessoa responsável pela higienização hospitalar podem cometer este tipo de violência, que se caracteriza pelo desrespeito, abusos e maus-tratos durante a gestação, no momento do parto e/ou no pós-parto, seja de forma psicológica ou física. 

Essa violência causa a perda da autonomia e da capacidade das pessoas que gestam de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na sua qualidade de vida das pessoas que gestam. Enfim, é todo o tipo de violação dos direitos durante o período gravídico puerperal.

A Secretaria de Estado da Mulher dá visibilidade à cartilha “Violência Obstétrica – Se ficar gritando, vai ter o filho sozinha!”, elaborada no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (COEM) e do Núcleo de Pesquisa em Gênero, Raça e Etnia da EMERJ (NUPEGRE). 

Clique aqui para acessar a cartilha. 

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