Entre as estrelas: Brasil tem seis candidatos para entrarem no Hall da Fama do Vôlei
Atletas serão eleitos por voto popular até o dia 14 de abril. Resultado sai no dia 19 de maio
No ano do aniversário de 150 anos da criação do vôlei, seis nomes brasileiros estão sendo indicados para integrar o Hall da Fama do esporte em 2025. A votação foi aberta nesta terça-feira (01/04) e segue até o dia 14 de abril neste link https://www.volleyhall.org/ivhf-fan-vote.html
O resultado será divulgado no dia 19 de maio.
Além dos seis brasileiros, outros 18 nomes de 12 países diferentes estão elegíveis dentro de cinco categorias: jogador de quadra masculino e feminino, jogador de vôlei de praia masculino e feminino e treinador.
Todos os representantes brasileiros são medalhistas olímpicos, e são eles: Fabi Alvim, bicampeã olímpica no vôlei de quadra; Juliana Silva, maior vencedora do Circuito Mundial de vôlei de praia, com oito títulos, e medalhista de bronze em Londres 2012; a dupla Alison Cerutti e Bruno Schmidt, campeã olímpica na Rio 2016; e Agatha Bednarczuk e Barbara Seixas, parceria medalha de prata também na Rio 2016.
Além da votação popular, um comitê escolhido pela FIVB (Federação Internacional de Voleibol), também irá avaliar os candidatos. A cerimônia de premiação e integração ao Hall da Fama acontecerá no dia 18 de outubro em Holyoke, Massachusetts, nos Estados Unidos, que é tido como o berço do vôlei.
O Brasil é, atualmente, o país com o maior número de representantes dentro do Hall da Fama, com 24 representantes brasileiros, com as indicações mais recentes acontecendo no ano passado. Os novos integrantes são o técnico tricampeão olímpico José Roberto Guimarães e a ex-jogadora Ana Paula Henkel, bronze em Atlanta 1996. Os outros representantes são: Shelda/Adriana Behar, Nalbert, Renan Dal Zotto, Bebeto de Freitas, Giovane Gávio,Giba, Maurício Lima,Loiola, Larissa, Zé Marco, Ana Moser, Carlos Arthur Nuzman, Sandra Pires, Fofão, Bernard Rajzman, Emanuel Rego, Bernardinho, Ricardo, Serginho, Jackie Silva e Fernanda Venturini.
Por Enzo Anselmo