Dinheiro aos montes: acordo bilionário é aceito por juiz em processo de lutadores do UFC

Dinheiro aos montes: acordo bilionário é aceito por juiz em processo de lutadores do UFC
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Liderados por Cung Le, atletas que competiram entre 2010 e 2017 irão receber indenização

Foram aprovadas, de modo preliminar, as novas condições do acordo entre entre o UFC e um grupo de ex-lutadores, que visam acabar com um processo antitruste contra a organização americana de MMA. 

Com esse novo acordo, a organização precisará pagar US$ 375 milhões para os ex-atletas (cerca de R$ 2,1 bilhões). No entanto, o valor líquido que chegará aos lutadores vai depender da dedução das taxas referentes ao caso.

O processo, que começou em 2014, é chamado de ‘caso Le’, devido a ação estar sendo liderada pelo lutador chinês Cung Le, junto aos também veteranos Nate Quarry, Jon Fitch, Kyle Kingsbury e Brandon Vera.

A ação teve início com um grupo de ex-lutadores do UFC, que processou a organização, alegando que o UFC mantinha um monopólio sobre o mercado de lutadores de elite, obtido por meio de contratos exclusivos, coerção e aquisições que eliminaram potenciais concorrentes. 

Em março, o UFC chegou a um acordo de 335 milhões de dólares (cerca de R$ 1,9 bilhões) junto aos ex-lutadores, visando terminar os dois processos e não ir ao Tribunal. No entanto, o juiz supervisor do caso negou em julho a aprovação preliminar para tal acordo, por considerar o valor a ser pago muito baixo.

A organização de artes marciais mistas deve pagar o valor acordado em três parcelas, a última delas em junho de 2025. Depois disso, os pagamentos serão repassados aos atletas - a ação contempla lutadores que competiram no UFC entre 2010 e 2017.