John Kennedy marca no fim, Fluminense empata na Argentina e segue vivo na Libertadores
O Fluminense empatou em 1 a 1 com o Independiente Rivadavia, nesta quarta-feira, no Estádio Malvinas Argentinas, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores. John Kennedy marcou nos acréscimos e evitou a derrota tricolor. Com o resultado, o Flu segue na lanterna do grupo, com dois pontos.
Mesmo com 71% de posse de bola no primeiro tempo, o time carioca criou pouco. A única finalização antes do intervalo foi uma cabeçada de Canobbio para fora. Já os argentinos levaram mais perigo: Arce acertou o travessão, e Fábio salvou chances de Sartori e Florentín.
Na etapa final, o Fluminense aumentou a pressão e tentou com Arana, Castillo, Nonato e Canobbio, mas sem acertar o gol. Aos 21 minutos, Luciano Gómez cruzou pela esquerda, e Alex Arce abriu o placar de cabeça. O empate veio aos 46: John Kennedy finalizou dentro da área, contou com desvio e marcou o primeiro chute do Flu na direção do gol em toda a partida.
O Tricolor segue dependendo apenas de si para avançar às oitavas, mas não pode mais terminar na liderança do grupo. Para ficar com a segunda vaga, precisa vencer Bolívar e La Guaira no Maracanã.
Como perdeu por 2 a 0 para o Bolívar na ida, o Flu terá que vencer os bolivianos por três gols de diferença para levar vantagem no confronto direto, primeiro critério de desempate da Conmebol. Assim, uma vitória simples sobre o La Guaira na última rodada garantiria a classificação.
Se vencer o Bolívar por apenas um gol, o Fluminense precisará derrotar o La Guaira e ainda torcer por tropeço do Bolívar contra o Independiente Rivadavia, em La Paz.
Caso ganhe por dois gols de diferença, Flu e Bolívar ficarão empatados em pontos, confronto direto e saldo de gols. Neste cenário, quem vencer por mais gols na última rodada avança. Persistindo a igualdade, entram os critérios disciplinares: menos cartões vermelhos e depois menos amarelos.
Se não vencer o Bolívar, o Fluminense não terá mais chances de avançar ao mata-mata com uma rodada de antecedência.
Por: Gustavo Guerra