Ouro e recorde: Gabrielzinho conquista sua terceira medalha nos 200m livres e bate marca do continente

Ouro e recorde: Gabrielzinho conquista sua terceira medalha nos 200m livres e bate marca do continente
Ouro e recorde: Gabrielzinho conquista sua terceira medalha nos 200m livres e bate marca do continente

 

Dono de oito medalhas de ouro em mundiais paralímpicos de natação, mineiro também foi tricampeão dos 100m costas

Nesta quarta-feira (24/09), o nadador mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, conquistou o tricampeonato mundial dos 200m livre S2, com direito a recorde da competição.

O paratleta ganhou sua segunda medalha de ouro no Mundial de Natação Paralímpica em Singapura, além de ter quebrado o recorde das Américas nos 200 metros livre da classe SM2 ao vencer a prova com o tempo de 3min58s.

Ele foi um dos destaques do Brasil junto com o revezamento 4x100m medley misto para pessoas com deficiência visual. O quarteto formado por Carol Santiago, Guilherme Batista, Thomaz Matera e Lucilene Sousa quebrou o recorde mundial para faturar o ouro.

A vitória veio com apenas um dia de diferença de outro triunfo do nadador, o tricampeonato mundial nos 100 metros costas, também pela classe S2, com direito a recorde do campeonato: 1min54s58.

Na prova, o mineiro venceu a prova com quase dez segundos de vantagem sobre o segundo colocado, o russo Vladimir Danilenko (2min02s29).

Com essa vitória, Gabrielzinho manteve o 100% de aproveitamento em Mundiais na classe S2, além de ter quebrado o próprio recorde do campeonato com o tempo de 3min58s45 - a marca anterior era de 3min59s06.

"Foi sensacional. Mais um ouro, mais um recorde. Tô muito feliz. Mostra que eu estou no caminho certo e muito rápido. Jamais esperava nadar próximo do que estava nadando em Paris. Mais uma prova na conta do Careca" - disse Gabrielzinho em uma entrevista depois da prova, agradecendo e creditando o título ao seu treinador.

Com as conquistas, Gabrielzinho acumula oito medalhas em mundiais de natação, além de seis em Jogos Olímpicos – três de ouro em Paris e duas de ouro e uma de prata em Tóquio.

Por Enzo Anselmo