play

OUÇA A RÁDIO ROQUETTE-PINTO

94...FM

CODERTE EMITE ALERTA SOBRE VARÍOLA DO MACACO
Saúde
SAÚDE

Coderte alerta Colaboradores sobre cuidados a serem adotados quanto a Varíola do Macaco.

Conhecedora da chegada ao país da moléstia conhecida popularmente como “Varíola do Macaco” (monkeypox), a CODERTE, seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde, vem alertar a seus colaboradores sobre os cuidados a serem tomados no combate à moléstia, que no Brasil, depois de ter sido detectada pela primeira vez em 1563, na Bahia, acaba de voltar a ser registrada em alguns estados, inclusive no Rio de Janeiro.

Tanto quanto a Covid-19, que continua fazendo vítimas no Rio de Janeiro por conta daqueles que insistem em não observar o calendário vacinal, fartamente anunciado pelo governo estadual, a Varíola do Macaco começa com sintomas semelhantes a um resfriado ou gripe. Em geral, de a 1 a 5 dias após o início da febre, aparecem manchas vermelhas inicialmente na face, espalhando-se para outras partes do corpo.

A Organização Mundial da Saúde OMS recomenda alguns cuidados para, principalmente, reduzir os danos causados pelas erupções. Segundo a OMS, "É importante cuidar da erupção deixando-a secar naturalmente, ou, se necessário, cobrindo com um curativo úmido para proteger a área pelas bolhas. A Organização recomenda, também, que se evite tocar nas feridas situadas na boca ou nos olhos. Enxaguantes bucais e colírios podem ser usados, desde que sejam evitados os produtos do gênero que contenham cortisona".

Apesar dos inúmeros sintomas a Organização Mundial da Saúde explica que esta é "uma doença autolimitada com os sintomas podendo durar de 2 a 4 semanas", com a maioria dos casos não sendo grave, embora possam se tornar contagiosos, na falta da adoção das medidas protetivas.

Por via aérea, o vírus da Varíola do Macaco é transmitido, principalmente, por gotículas eliminadas pela pessoa já contaminada no ato de espirrar, tossir ou falar sem que esteja usando máscara; ou pelo contato com objetos que tenham sido usados pelos pacientes infectados, daí a necessidade de se continuar higienizando as mãos preferencialmente com água e sabão em abundância e várias vezes ao dia, ou, na impossibilidade, desinfetá-las com álcool em gel.

Por Nelson Nóbrega