Transportes

Plano Estratégico de Logística e Cargas


Estudo vai mapear os principais gargalos logísticos e proporcionar integração entre as principais zonas econômicas do Estado


Representantes do setor logístico do Rio de Janeiro já começaram a estudar a metodologia que será aplica no Plano Estratégico de Logística e Cargas. O estudo, encomendado pela Secretaria Estadual de Transportes à empresa de consultoria Logit – vencedora da licitação –, vai mapear os gargalos da infraestrutura fluminense para os próximos 30 anos. Também faz parte do projeto uma análise detalhada das áreas de influência: potenciais concorrentes e sistemas complementares, como Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.

 

 

Os trabalhos serão dividos em três partes complementares. A primeira etapa visa o mapeamento e as avaliações das capacidades operacionais, o que vai delinear a demanda já existente. Isso será feito em conjunto, principalmente, com os empresários do setor, responsáveis por subsidiar informações detalhadas de demanda. A Segunda parte do planejamento consiste na estruturação viária dos pólos regionais, principalmente nas regiões Serrana, Sul e Norte, produtora de Petróleo.

 

 

- O conjunto de indústrias de pequeno e médio porte existentes por exemplo, na Região Serrana do Estado, tem uma parte de seu mercado em Minas Gerais, em São Paulo, no Espírito Santo. O estudo vai nos dar a dimensão de como transportar as cargas produzidas por Petrópolis, Teresópolis, Friburgo, de maneira mais rápida, e a partir do menor custo – explicou o sub-secretário estadual de Transportes, Delmo Pinho.

 

 

Ao final destas duas pesquisas será desenvolvido um estudo ainda maior, que dará a dimensão de como todos os nichos de mercado analisados poderão trabalhar em conjunto, de forma eficiente. Ou seja, como será feita a integração destas regiões, proporcionando macro fluidez às cargas movimentadas no perímetro estadual.

 

 

- O Rio de janeiro é um corredor logístico muito importante para o país. Temos uma rede de ferrovias de bitola larga de alta capacidade, grandes rodovias, o aeroporto do Galeão, o aeroporto de Cabo Frio. Só precisamos aperfeiçoar esta estrutura de logística já existente. O objetivo final do Plano é tornar o Rio de Janeiro ainda mais atrativo para novos empreendimentos logísticos – ressaltou Delmo Pinho.

 

 

A primeira fase do trabalho será finalizada dentro de cinco meses. Além de portos e aeroportos, também serão beneficiados portos secos aduaneiros, terminais de apoio offshore, e os armazém comerciais de grande porte.

 

 

O estudo contempla ainda uma visão estratégica do que os potenciais concorrentes dispões de melhor, e em que regiões o Rio poderá enxergar novas possibilidades positivas. O Rio de Janeiro é considerado uma potência logística de primeira grandeza no país. O Plano Estratégico de Logística e Cargas servirá como uma alanvanca para o setor, utilizando sinergias para contribuir com a manutenção do avanço econômico do Estado.

 




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