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General Braga Netto reforça que objetivo da intervenção é integrar e cooperar

 27/02/2018 - 17:31h - Atualizado em 27/02/2018 - 17:31h

O General Richard Fernandez Nunes assume a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro.


 

O Interventor Federal para a Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro, General Walter Souza Braga Netto, apresentou nesta manhã (27/02) o Chefe do Gabinete de Intervenção Federal, General Mauro Sinott, e o novo secretário de Estado de Segurança, General Richard Fernandez Nunes na primeira entrevista à imprensa - desde a assinatura do Decreto Presidencial nº 9.288 de 16 de fevereiro de 2018 - no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova.


Os secretários de Estado de Administração Penitenciária, David Anthony, e de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey, também participaram da coletiva e permanecem nos respectivos cargos a convite do Interventor Federal.

 


O General Braga Netto enfatizou que o objetivo da intervenção é recuperar "a capacidade operativa dos órgãos de segurança pública e baixar os índices de criminalidade de todo o Estado".

 

Lembrou também que o "Rio é um laboratório para o Brasil" no que diz respeito à integração das forças de segurança federais e estaduais. Ele destacou que o objetivo é "integrar e cooperar", que será feito um "trabalho de gestão" da segurança pública e esta é uma importante "janela de oportunidades” para o Estado. Quanto à corrupção, Braga Netto afirmou que a diretriz "é fortalecer as corregedorias e tomar as medidas para que o bom profissional seja valorizado”.


O Chefe do Gabinete de Intervenção Federal, General Mauro Sinott, pontuou a importância de identificar os principais desafios. “Precisamos que os órgãos de Segurança Pública entendam essa intervenção para trabalhar justamente os gargalos que eles têm dificuldade de superar. E assim, superando esses gargalos que são um óbice para o incremento da operacionalidade, isso possa se perpetuar no tempo”, destacou ele, lembrando a necessidade de recomposição do efetivo e da logística.

 


O secretário de Estado de Segurança, General Richard Fernandez Nunes, esclareceu que não haverá mudança nas dinâmicas das operações neste momento. "A segurança pública do Rio de Janeiro não deixou de existir, ela passou por dificuldades. Em um primeiro momento toda a sistemática da segurança no Rio vai ser mantida. As UPPs permanecem, mas temos uma necessidade de redirecionamento nessa área”, destacou ele.


Durante a coletiva também foi dito que não há planejamento de ocupação permanente de comunidades, que as inteligências permanecem trocando informações e que o Instituto de Segurança Pública (ISP) terá o trabalho aprimorado.


O Gabinete de Intervenção Federal irá funcionar no Centro Integrado de Comando e Controle. 


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