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A evolução da economia criativa no mundo

 25/06/2012 - 12:21h - Atualizado em 25/06/2012 - 12:27h

Em conferência, Secretária de Cultura Adriana Rattes destacou a aceleração do desenvolvimento no Rio de Janeiro, às vésperas de mais dois grandes eventos mundiais


A Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes, participou nesta quinta-feira, 21/6, de conferência no Galpão da Cidadania, Zona Portuária do Rio, promovida pelo Ministério da Cultura em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC-RJ), como parte do Rio + 20. Dentro do evento Diálogos Setoriais União Europeia- Brasil Sobre Economia Criativa, a conferência Perspectivas nacionais e internacionais para o desenvolvimento da economia criativa brasileira e suas conexões com a sustentabilidade ambiental reuniu, além de Adriana Rattes, a Chefe da Delegação da União Europeia no Brasil, Ana Paula Zacarias; a Chefe do Programa de Economia Criativa da United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD), Edna dos Santos-Duisenberg; e a Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Claudia Leitão.

 

 Secretária Adriana Rattes em conferência no Galpão da Cidadania - Foto: Vânia Laranjeira

 

 

Falando sobre o tema, Adriana frisou a evolução da economia criativa no mundo, que hoje representa 7% na economia mundial, utilizando-se de um recurso abundante, que é o poder criativo da mente humana. Ela destacou também a aceleração do desenvolvimento no Rio de Janeiro, às vésperas de mais dois grandes eventos mundiais, mas demonstrou preocupação com os desafios que vem junto com este desenvolvimento, com a preservação do bem estar das pessoas em comunidades, em seus territórios, e com a manutenção de atividades como a pesca e a agricultura, por exemplo.

  

A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Claudia Leitão, disse que o Brasil é o celeiro do mundo e que precisa dar exemplo de desenvolvimento de uma nova economia. "Não podemos ter medo das palavras “mercado” e “negócio”. É muito importante estarmos aqui hoje, ao lado da secretária Adriana Rattes, que tanto nos ajuda. A diversidade brasileira é o nosso maior insumo e eu saúdo as ações da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, que tem um trabalho exemplar. Espero que em na Rio + 40 a gente se lembre que esteve aqui, pensando num novo modelo de desenvolvimento que tem como eixo a cultura", declarou.

  

Os aspectos históricos e culturais do Rio de Janeiro, como antiga capital federal e polo produtor de artes, onde está um grande número de atores, autores , músicos e artistas de diferentes áreas, também foram citados pela secretária Adriana Rattes: "O Rio de Janeiro tem um enorme patrimônio cultural, que carrega o Brasil internacionalmente. Nós temos também um grande potencial para a economia criativa, e o meu desejo é que este tema vá além da área da cultura, que possamos prosseguir com um longo trabalho de crescimento do setor, junto com as secretarias de desenvolvimento econômico, turismo, ciência e tecnologia e agricultura. Esta nova economia deve crescer e se transformar num vetor além do valor da cultura", concluiu Adriana Rattes.
 




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