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Centro de Promoção à Liberdade Religiosa e Direitos Humanos não deixou de funcionar

 09/03/2016 - 17:30h - Atualizado em 09/03/2016 - 17:56h
 » Divulgação

Subsecretária de Direitos Humanos coordena diretamente o órgão


A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) informa que, diferentemente do que vem sendo divulgado, o Centro de Promoção à Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (CEPLIR) continua recebendo denúncias e acompanhando os casos de intolerância religiosa. Além de dois números de telefone específicos para este fim, 2334-9547 e 2334-9548, a Ouvidoria do órgão também está apta a receber essas demandas, assim como os telefones da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. É importante ressaltar, portanto, que há várias portas de entrada de denúncias, que podem chegar, inclusive, por meio de parceiros institucionais, como a Defensoria Pública. Atualmente, o CEPLIR conta com dois assessores para este atendimento, além de toda a equipe das superintendências de Promoção e de Defesa dos Direitos Humanos, gerido diretamente pela subsecretária de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, Andrea Sepúlveda.



A SEASDH destaca, ainda, que o Grupo de Trabalho sobre Intolerância Religiosa tem um canal direto com a subsecretária e que a última reunião do GT, em 24 de fevereiro, deliberou, entre outras coisas, um calendário de encontros para este ano e uma proposta de minuta para a criação de um Conselho Estadual de Enfrentamento à Intolerância Religiosa. Todas as decisões no âmbito dessa pasta são tomadas em diálogo com o GT, que é um espaço democrático dessa política, com participação da sociedade civil, outras secretarias de Estado e instituições do Sistema de Justiça. 

 

 

Como a ex-coordenadora do Centro de Promoção à Liberdade Religiosa e Direitos Humanos, Lorrama Machado, disse em audiência pública, nesta quarta-feira (09/03), na ALERJ, a subsecretária Andrea Sepúlveda já havia informado que colocaria "duas pessoas de sua assessoria para atender às demandas de urgência dessa pasta". Segue a transcrição na íntegra:

 

 

"Digo com muita tranquilidade e faço um agradecimento, estou transmitindo esse agradecimento de todo o GT, à subsecretária Andrea, que tem sido uma parceira, inclusive, a gente já falou isso para ela. Ela vai a todas as nossas reuniões do GT e engraçado que ela, às vezes, está com horário atrasado, mas ela fica 'eu quero ficar, mas eu tenho que ir', mas acaba participando. E reforçar o que ela disse: todos os assuntos referentes à intolerância religiosa são, de fato, discutidos com a sociedade civil. No dia 4 de fevereiro, o contrato com a UERJ já tinha finalizado e a subsecretária chamou a gente, toda a equipe,e informou que, temporariamente, estaria colocando duas pessoas de sua assessoria para estar, minimamente, atendendo às demandas de urgência dessa pasta; inclusive, as duas pessoas participam de nossa reunião do GT. Só que uma das coisas que a gente pediu à secretária que seria, a princípio, pelo menos, as linhas de telefone funcionando, porque é a porta de entrada para qualquer denúncia de intolerância religiosa.

 

 

 


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