Administração Penitenciária

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Seap e Fiocruz divulgam pesquisa para documentação do Museu Penitenciário

 13/11/2018 - 10:39h - Atualizado em 13/11/2018 - 10:46h
 » Carolina Motta

Estudo garante a difusão do patrimônio cultural


A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), através do Centro de Estudos e Pesquisa da Escola de Gestão Penitenciária (EGP), em parceira com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgou na manhã de hoje, 12 de novembro, o resultado da pesquisa de documentação histórica do Museu Penitenciário.


O projeto teve como objeto de pesquisa, a história do Hospício de D. Pedro II, também conhecido como Hospital Nacional dos Alienados (HNA), entre os anos de 1841, quando é decretada a criação do hospício, até 1944, quando se cria o Centro Psiquiátrico Nacional (CNP).


Todo esse estudo possibilitou a análise de validação de conhecimentos científicos e de práticas assistenciais para preservar e garantir o acesso a documentos, assegurando assim à manutenção e difusão do patrimônio cultural. Além disso, foi ministrada uma oficina sobre a base de dados com a arquivista chefe da Fiocruz, Maria Conceição.


A coordenadora da pesquisa, Professora Cristiana Facchinetti, falou sobre a oportunidade de conhecimento. “Nada disso seria possível sem o interesse da Seap. Tem sido um prazer enorme contribuir com vocês. Fizemos mutirões, organizamos as informações e hoje, estamos orgulhosos com o resultado”, afirmou.


O diretor do Centro de Estudos e Pesquisa da EGP, José Paulo de Morais, citou a parceira entre instituições. “Agradeço a todos os presentes, especialmente a Fiocruz por nos ajudar a ter esse trabalho de pesquisa. Temos muita coisa para estudar sobre o nosso passado e incluir no nosso acervo”, disse.


Já a diretora da Escola de Gestão Penitenciária, Gleice Renata Martins, citou a importância da pesquisa para a história da Secretaria. “É muito essencial ter uma equipe que dá esse suporte para realizar melhorias para o sistema penitenciário. Agradeço aos pesquisadores por esse trabalho brilhante de resgaste da nossa história”, ressaltou.

 

Museu Penitenciário já ultrapassa 4.500 visitantes


Com a missão de ser mais um marco do sistema prisional, o Museu Penitenciário da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, segue fazendo história. Até agora, 4.529 visitantes puderam conhecer um pouco desde a inauguração da primeira casa de correção em 1850 até os dias atuais.


Com 249 peças em exposição, mais de 1.200 em reserva técnica e 1.661 peças bibliográficas, o Museu busca preservar e expor à população com momentos históricos do sistema penitenciário. Lá, estão disponíveis registros do extinto presídio na Ilha Grande e do Complexo da Frei Caneca. Além disso, há arquivos de assinatura e documentos de presos políticos da época.


O acervo também oferece fotos antigas do sistema prisional e toda a história do inspetor de segurança e administração penitenciária, incluindo as mudanças de nomes da profissão e seus uniformes. Para mostrar o universo das prisões com um pouco mais de detalhe, a exposição conta com materiais ilícitos apreendidos com visitantes e presos nas unidades prisionais, desde celulares a objetos utilizados para fuga.


O Museu Penitenciário, localizado na Rua Frei Caneca, fica aberto à visitação de segunda a sexta, das 10h às 16 horas. A entrada é gratuita.
 


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