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Grupamento de Operações com Cães auxilia na segurança nas unidades prisionais

 08/08/2017 - 12:24h - Atualizado em 08/08/2017 - 12:55h
 » Carolina Motta

O grupamento conta com 10 cães


Eles buscam materiais ilícitos, ajudam nas transferências e movimentações das unidades prisionais, contribuem para a ordem do sistema penitenciário e são os melhores amigos do homem. Essa é a tropa de elite que integra o Grupamento de Operações com Cães (GOC) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro.


O Grupamento, criado em dezembro de 2007, é mais um aparato de segurança. Com sua base localizada no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, possui 10 cães, que são treinados no canil por 15 inspetores de segurança e administração penitenciária especializados na área. Lá, o grupamento conta com boxes, sala de veterinária e centro de treinamento.


Os animais recebem acompanhamento diário, uma alimentação especial e carga horária de trabalho. Eles são treinados com recompensas e estímulos positivos, que pode ser um afago, petiscos, elogio ou brinquedos, normalmente bolinha ou mordente.


Normalmente, esses cães podem começar a trabalhar entre 1 a 2 anos, dependendo de cada animal. O tempo máximo de trabalho, de acordo a resolução da Seap, é por seis anos.


Atualmente, a Seap conta com as seguintes raças: Pastor Alemão, Pastor Belga de Mallinois, American Starforshire e Rottweiler. Os animais são recebidos por doação, onde há um teste para verificar se possuem aptidão para o trabalho ou da própria ninhada de cães do canil, buscando uma melhor seleção de temperamento.

 

Segundo o Secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, essa atividade é essencial para a Secretaria. “Eles fazem parte da segurança do sistema penitenciário. Contamos com eles para o progresso da nossa Pasta”, afirmou.


Diariamente, eles realizam exercícios específicos de intervenção e contenção em unidades prisionais, ataque, apoio em escoltas de transferências de presos, escolta à videoconferência, ação conjunta ao Grupamento de Intervenção Tática (GIT), busca e recaptura na mata, além de aprenderem técnicas de faro para a busca de materiais ilícitos como celular, drogas, chips, etc.


Um dos destaques do Grupamento é o cão de detecção da raça American Starforshire, Machida, de seis anos. O animal é especializado em detecção de aparelhos celulares, entorpecentes e foi o pioneiro na busca de chip de celulares no Estado.


Para a chefe do Grupamento de Operações com Cães, Lucia Helena Pimentel, essa oportunidade de trabalhar com cães é muito gratificante. “Estamos sempre prontos para atuar. É um trabalho muito importante, pois o cão pode fazer o serviço de até 5 homens”, disse.

 


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