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Seap ministra Curso de Ações com Cães para Exército

 17/07/2017 - 15:20h - Atualizado em 17/07/2017 - 15:33h
 » Ana Claudia Costa

Militares aprenderam a conduzir cães e usar o animal como ferramenta de proximidade em locais conflagrados


Com intuito de fazer um intercâmbio entre as forças de segurança, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, através do Grupamento de Operações com Cães (GOC) e Grupamento de Intervenção Tática (GIT), realizou na última quinta-feira, dia 13 de julho, mais uma edição do treinamento de equipes do Exército Brasileiro do Grupamento de Cães de Guerra. Dessa vez, 20 alunos de várias unidades do Exército participaram das aulas e treinamento de condução de cães, intervenção em unidades conflagradas utilizando cães e conheceram uma unidade prisional de segurança máxima.


As aulas no GOC começaram cedo com treinamento de faro do cão e percepção das táticas para que o animal fique com sentidos aguçados para farejar, armas, drogas, munição e chip de celular. O grupo, chefiado pelo sargento Adriano Nunes Gomes, subchefe do Grupamento Cães de Guerra do Exército, também participou de aulas teóricas e de um treinamento específico na mata com um cão que fareja fugitivos. Os militares do Exército também participaram de uma visita a Penitenciária Laércio da Costa Pelegrino, o Bangu 1.

 

Segundo a chefe do GOC, inspetora Lúcia Helena Pimentel Rangel, os alunos puderam conhecer de perto a realidade do sistema prisional. “ Os alunos aprenderam um pouco do sistema prisional de como trabalhamos. Aprenderam táticas de contenção usando os cães e como treinamos nosso cão farejador de chip de celular que é o único no estado”, disse.


Depois de aprender na teoria e na prática a condução e como se treinar os cães e seus condutores para atividades de contenção e faro, os alunos tiveram com o Grupamento de Intervenção Tática (GIT), aula teórica sobre equipamento de menor poder ofensivo como a utilização de gás de pimenta, lacrimogênio, bombas de efeito moral e munição de menor poder ofensivo. Em seguida o grupo participou de aulas teóricas na unidade prisional de treinamento no Centro de Instrução Especializada no Complexo de Gericinó, com o Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Seap.

 

De acordo com o chefe do GIT, inspetor Claudio Andrade, a integração com as forças militares de segurança é essencial para a troca de informações e experiências. “ Coube ao nosso grupamento explicar e dar aulas sobre equipamentos de menor poder ofensivo e a prática de proximidade entre o cão e o condutor ao entrar em uma unidade prisional. Passamos para eles a importância e eficácia do uso do animal como ferramenta de proximidade”, ressaltou Claudio Andrade.


Presente e acompanhando todo o treinamento dos 20 alunos do curso Cães de Guerra , o subchefe do grupamento, sargento Adriano Nunes Gomes, ressaltou a importância do curso e a troca de experiências com a equipe da Seap. “ O treinamento aqui na Seap com o GOC e o GIT é o ápice do nosso curso. Temos alunos de várias unidades do Exército e também dos Fuzileiros Navais. Agradeço à Lúcia e ao Andrade a oportunidade única para o aprendizado do curso”, concluiu.
 


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