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Secretaria do Ambiente retira acampamento ilegal em área protegida em Barra de Guaratiba

 04/03/2012 - 00:00h - Atualizado em 05/03/2012 - 13:08h

SEA e Inea deflagraram hoje blitz ecológica nas praias do Perigoso, do Meio e Funda em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio


Mais de meia tonelada de lixo recolhida, uma pessoa autuada e várias barracas de acampamento retiradas. Este foi o saldo da blitz ecológica que a Secretaria de Estado do Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram hoje (04/03) nas praias do Perigoso, do Meio e Funda, em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.


O objetivo da operação foi reprimir acampamentos em áreas protegidas, o que é proibido por lei. As praias do Perigoso, do Meio e Funda fazem parte de unidade de conservação de proteção integral. Estas praias integram o Mosaico Carioca, que abrange os parques Nacional da Tijuca, Estadual da Pedra Branca e Natural Municipal de Grumari.


“São áreas protegidas e, por isso, não podem ser utilizadas para acampamentos. Os principais materiais recolhidos foram latas de cerveja, garrafas PET e sacos de biscoito. Além disso, nós encontramos uma casa construída em uma pedra onde havia um vaso sanitário improvisado que levava o esgoto diretamente para o mar. Nossas ações fiscalizatórias serão intensificadas nesta região para reprimir permanentemente os acampamentos”, avisou José Maurício Padrone, chefe da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da SEA, que coordenou a operação.


A ação contou com apoio do Batalhão Florestal, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Guarda Municipal. As equipes chegaram à Praia do Perigoso por mar e por terra. Por mar, o grupo percorreu, de lancha, pelo menos 40 km, da Baía de Guanabara à Barra de Guaratiba. Por terra, a equipe teve de percorrer, por cerca de duas horas, uma trilha de difícil acesso.


Ao chegarem ao local, os fiscais flagraram diversas barracas de acampamento, muito lixo, restos de comida e até uma casa construída em uma pedra, onde, segundo os policiais, mora um homem há três anos.  Além de 600 kg de lixo recolhidos, foram retiradas três barracas fixas de acampamento. Um homem que estava em uma dessas barracas foi autuado, por tê-la construída com folhas e madeira retiradas da Mata Atlântica do entorno.
 




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