Ambiente

INDICADORES AMBIENTAIS DO RIO DE JANEIRO


Estudo promove raios-x das condições socioeconômicas e ambientais do estado, indicando onde e como promover o desenvolvimento sustentável


Um Raio-X das condições socioeconômicas e ambientais do Estado que indica onde e como promover o crescimento sem a destruição do meio ambiente. Este é o objetivo do livro O Estado do Ambiente – Indicadores Ambientais do Rio de Janeiro – Ano 2010, lançado em outubro de 2011 pela Secretaria de Estado do Ambiente e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).


A publicação pioneira possibilita aprimorar o planejamento do desenvolvimento das diversas regiões do estado, tendo como base ações de sustentabilidade. A SEA e o Inea asseguraram a continuidade desse importante projeto ao firmar com a Petrobras convênio, de R$ 1,9 milhão, para transformar o estudo em planos setoriais de ações sustentáveis.


Com recursos da Petrobras, o diagnóstico será transformado em projetos e planos estratégicos de preservação. Essas ações permitirão a descoberta de áreas deficientes de infraestrutura e de investimentos ou saturadas de complexos industriais, possibilitando assim o planejamento de ações para o desenvolvimento econômico, levando-se em consideração ações de sustentabilidade.


Os interessados podem acessar o livro online, para download.


Livro com mais de 30 indicadores e índices ambientais


Com capa dura e diversos mapas coloridos, o livro O Estado do Ambiente – Indicadores Ambientais do Rio de Janeiro – Ano 2010 é baseado na metodologia Pressão– Estado – Resposta (OCDE, 1994), organizando mais de 30 indicadores e índices adotados/desenvolvidos pela Secretaria de Estado do Ambiente e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) em relação às condições socioambientais e de pressão existentes no estado.


O livro foi dividido em cinco etapas. A primeira detalha a estrutura da análise, a origem e uniformidade dos dados. A segunda trata dos aspectos físico estruturais, da divisão político-administrativa e um pouco da história natural do estado. Na terceira, são apresentados os indicadores de pressão, em geral decorrentes das atividades humanas para obtenção crescente de recursos para a manutenção de sistemas de energia, transporte, indústria e agricultura, entre outros. Pressões humanas que, normalmente, são causas ou vetores de mudanças das condições atuais do ambiente.


A quarta etapa apresenta os indicadores de estado que retratam as condições físicas e institucionais do território fluminense, auxiliando seu planejamento ambiental e ordenamento. Foram utilizados indicadores instituídos na SEA e no Inea que permitem estabelecer o grau de conservação, regeneração e fragilidade do território, além daqueles obtidos nos programas estaduais instituídos, tendo como meta a sustentabilidade.


A quinta etapa apresenta os indicadores de resposta que, em geral, representam ações públicas e privadas, articuladas com as comunidades locais, que minimizam ou previnem os impactos ambientais, conservando recursos naturais e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população. Reúne os esforços efetuados pela SEA e Inea para solucionar ou mitigar os fatores de pressão identificados, responsáveis pelas condições atuais do ambiente, caracterizadas pelos indicadores de estado.
 




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