Ambiente

DE OLHO NO LIXO


A meta do projeto De Olho no Lixo é desenvolver um trabalho de manejo correto dos resíduos nas comunidades da Rocinha, Roquette Pinto e Praia de Ramos


 

Fruto de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado do Ambiente e o Viva Rio Socioambiental, com apoio da Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj), o Projeto De Olho no Lixo Rocinha desenvolve trabalho de manejo correto dos resíduos sólidos na Rocinha, visando a minimizar o impacto negativo provocado pelo lixo.

 

O De Olho no Lixo considera que para conseguir resultados efetivos diante de um dos maiores problemas ambientais da atualidade – o manejo inadequado dos resíduos e seus impactos – precisa considerar aspectos estruturais (infraestrutura física, operacional e logística) e estruturantes (educação e comunicação para o ambiente, com promoção da arte e da cultura), utilizando metodologias de participação, para a promoção de geração de renda local. Para isso, o projeto contratou e treinou 30 agentes socioambientais, moradores da Rocinha, para coletar resíduos na comunidade. O material recolhido poderá ser aproveitado para oficinas educativas promovidas pelo projeto.

 

O projeto pretende ainda sensibilizar e envolver o morador da Rocinha, nas questões ligadas ao tema Gestão de Resíduo, incentivando uma transformação na cultura do lixo – um grande problema ambiental -, em cultura do resíduo – onde há valor agregado, com geração de renda, produção artística, comunicação e educação para o ambiente.

 

CLIQUE AQUI e veja as fotos da inauguração do espaço para cooperativa de reciclagem e oficinas de arte e educação na Rocinha. 

 

O projeto De Olho no Lixo tem outro eixo de atuação que é o de educação ambiental, cultura e comunicação que pretende evitar a continuidade de lançamento dos resíduos pelos moradores e transformando lixo em arte e renda. Para isso, são desenvolvidos na comunidade dois cursos gratuitos: Funk Verde e o Ecomoda.

 

Nos primeiros 12 meses de atuação, foram recolhidas mais de 450 toneladas de lixo em pontos estratégicos da comunidade: Pedrinha na Rua Dois, Roupa Suja (partes alta e baixa), Lajão e  da área da  Elevatória da Cedae, em São Conrado.

 

Pretende-se, deixar como legado na Rocinha, projetos sustentáveis com utilização de tecnologias sociais, tanto em unidades escolares quanto na comunidade.

 

 

Projeto De Olho no Lixo nas comunidades Roquete Pinto e Praia de Ramos

 

O programa de Olho no Lixo Baía de Guanabara é uma iniciativa da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro com parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam).

 

O programa capacitou e chancelou jovens das comunidades Roquete Pinto e Praia de Ramos, no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, a assumirem o compromisso de serem os protetores da Baía de Guanabara, por meio de um plano de educação ambiental construído por eles.

 

O De Olho no Lixo Baía de Guanabara pretende deixar um legado de iniciativas sustentáveis, com utilização de tecnologias sociais implantadas em unidades escolares e nas comunidades, por meio das redes de serviços existentes. 

 

Acesse a LISTA DE VÍDEOS no canal do INEA no YouTube e veja as atividades do projeto.

 

Cooperativa de Reciclagem - Rocinha Recicla


Inaugurado em julho de 2017, o Espaço De Olho no Lixo fica próximo à Quadra da Roupa Suja, e abriga uma cooperativa de Reciclagem, a "Rocinha Recicla", o projeto "Eco Moda" e a escola de possibilidades sonoras - "Funk Verde".

 

No local, o programa De Olho no Lixo, da Secretaria de Estado do Ambiente, vai incentivar a transformação da cultura do lixo para a cultura do resíduo, com geração de renda, produção artística, comunicação e educação ambiental. É a casa da Cultura e do Meio Ambiente. Foram um ano e quatro meses de transformação. Quem mora na Roupa Suja e no Lajão é testemunha. Um espaço degradado virou um local de meio ambiente, de cultura e de geração de renda e trabalho. O que antes era jogado fora ou ia parar na Praia de São Conrado, agora vai virar emprego e geração de renda. O espaço tem três coisas muito legais, a cooperativa, o Funk Verde, que faz música com todo o material reciclado, e o Eco Moda, que transforma o lixo em moda.

 

A Cooperativa Rocinha Recicla é formada pelos agentes socioambientais do programa De Olho no Lixo, todos moradores da comunidade. A Rocinha Recicla vai realizar o serviço de coleta e destinação adequada dos resíduos recicláveis gerados pela comunidade.

 

A cooperativa vai funcionar em um esquema de autogestão. Os cooperados irão planejar e executar Coleta Seletiva na comunidade. Eles vão sensibilizar os moradores, para que façam a separação dos resíduos em suas casas e, só depois disso, passarão de porta em porta coletando regularmente apenas o que for reciclável. O material é levado para um galpão na sede da cooperativa, passando por uma triagem. Depois, será prensado e armazenado no local até o momento da venda. Todo o trabalho será acompanhado por assessores técnicos.

 

O material que chegar à cooperativa também vai ser reaproveitado durante as oficinas de arte-educação – Eco Moda e Funk Verde – atividades complementares do programa De Olho no Lixo. Instrumentos musicais, roupas e acessórios são criados a partir deste material entregue por moradores e comerciantes.

 

FUNK VERDE

 

Nas oficinas de música – Funk Verde, além de teoria musical, os alunos também vão conhecer as técnicas de reaproveitamento de material descartado. Com isso, latas, latões de tinta, objetos de plástico, material de cozinha e peças de automóveis viram instrumentos de percussão, transformando o resíduo em arte. As aulas são sempre às segundas e quartas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 16h, no Núcleo de Resíduos Sólidos na comunidade Roquete Pinto, em Ramos.

 

ECOMODA

 

Nas oficinas de moda, o Eco Moda, aquilo que seria jogado fora, é transformado numa nova peça de roupa ou acessório. Até mesmo material utilizado nos barracões das escolas de samba surgem em bolsa, cintos e outros acessórios. As aulas são às quartas e sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 16h, também no Núcleo de Resíduos Sólidos, na comunidade Roquete Pinto, em Ramos.

 




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