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Indústria do Carnaval gera emprego e renda para 250 mil pessoas

 17/02/2012 - 17:36h - Atualizado em 18/02/2012 - 13:22h
 » Guedes de Freitas

Dos barracões das escola de samba à rede hoteleira, há chances em diversos ramos


Duzentos e cinquenta mil trabalhadores garantiram ocupação e renda este ano, graças à indústria do Carnaval. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, os postos de trabalho estão distribuídos pelos setores do turismo, indústrias gráfica e editorial, de bebidas, de instrumentos musicais, do audiovisual e do entretenimento.

 

Para o superintendente para o Desenvolvimento da Indústria Cultural e autor do estudo Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval, Luiz Carlos Prestes Filho, o Carnaval do Rio é, ao lado do petróleo, gás e metalurgia, uma verdadeira indústria, que cresce a cada ano. Nas escolas de samba, a engrenagem do desfile necessita de mão de obra em todas as etapas do processo.

 

Marceneiros e costureiras, entre outros profissionais, trabalham praticamente o ano inteiro. Em torno da Passarela do Samba, durante ensaios técnicos e desfiles, trabalham milhares de pessoas em atividades formais e informais. Dentro do Sambódromo, cerca de 1,1 mil profissionais foram contratados por uma cadeia de fast-food.

 

A empresa acena com emprego fixo para quem se destacar no trabalho. O lixo reciclável gerado na Marquês de Sapucaí e no Terreirão do Samba vai virar fonte de renda para 80 pessoas, coordenadas pelo Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis em parceria com a Coca-Cola, Comlurb e Liga das Escolas de Samba (Liesa).

 

Na Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), no centro do Rio, o Carnaval é o segundo momento de maior contratação de mão de obra extra, atrás apenas do Natal.

 

– As lojas contratam em média de 3,5% a 4% de pessoal temporário – disse o presidente da Saara, Ênio Bittencourt.

 

Para alguns, é a chance de ganhar vaga definitiva.

 

– Se o funcionário for bom, será mantido – afirmou o gerente da Loja Aidan, Nilton Barcelos.

 

Na rede hoteleira, que já tem quase 81% da taxa de ocupação para o Carnaval, a oferta de trabalho temporário é para seguranças, garçons e atendentes de governança. 


  • Fotos

  • Carnaval gera emprego e renda. Loja Aidan, no Saara.

    10 fotos | Desenvolvimento Econômico | 17/02/2012

    Carnaval gera emprego e renda



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