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Ano letivo da rede estadual começou nesta segunda-feira (8)


No primeiro dia do ano letivo de 2021, alunos da rede estadual de ensino compareceram às escolas para responder a avaliação socioemocional e buscar o plano de estudos para o semestre. Os estudantes foram agendados em grupos pelas unidades escolares para não haver aglomeração. Ao longo de fevereiro, todos os 700 mil estudantes irão preencher o diagnóstico inédito, que tem o objetivo de entender como está o jovem, sua motivação e expectativas, após quase um ano fora da sala de aula. As unidades da Região Metropolitana estão dando prioridade aos horários entre 10h e 15h, fora do pico no transporte público.  

 

— O mês de fevereiro será de acolhimento da comunidade escolar, um momento importante, especialmente para os alunos, já que a maior parte deles passou quase um ano afastada. Nossas unidades estão com os protocolos sanitários implementados e farão o agendamento dos grupos de alunos para evitar qualquer aglomeração – afirma o secretário de Estado de Educação, Comte Bittencourt.

 

Os kits alimentação também serão entregues por agendamento direto com as unidades.

 

Volta às aulas em março

 

A partir do dia 1º de março começam as aulas na rede estadual no modelo híbrido (remoto e presencial, com turmas em sala de aula em dias alternados) ou somente remoto, dependendo das orientações do Comitê Científico e das autoridades de saúde.

 

No caso da adoção do modelo híbrido, a Secretaria de Educação vai priorizar os 70 mil alunos em situação de maior vulnerabilidade social, cerca de 10% da rede estadual de ensino. Por não possuírem dispositivo eletrônico que dê a eles condições de acompanharem as aulas remotas, os estudantes poderão ir à escola em sistema de revezamento, para tirar suas dúvidas e ter acesso a recursos de áudio e vídeo produzidos para este período.  

 

Pais e responsáveis também poderão optar pelo ensino exclusivamente remoto, caso desejem.

 

Protocolos sanitários

 

Já em outubro de 2020, a Secretaria de Educação destinou um reforço de R$ 9 milhões para a compra dos materiais nas 1,2 mil escolas estaduais. Os colégios adequaram seus espaços para garantir o distanciamento social e adquiriram Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas e face shield para os profissionais, além de máscaras para servidores e estudantes. As escolas também contam com dispensers para álcool em gel 70% e tapetes sanitizantes para utilização nas áreas comuns.