Laudo indica que Juliana Marins sobreviveu poucos minutos após queda na Indonésia
Segundo o novo laudo da Polícia Civil do Rio, a publicitária Juliana Marins morreu entre um e dois dias após cair na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia. A conclusão também foi repassada pela polícia da Indonésia à Polícia Civil fluminense. A pedido da família, o corpo foi examinado novamente no Instituto Médico Legal do Rio. No novo laudo, os peritos estimam que Juliana sobreviveu, no máximo, 15 minutos após o impacto. Ela caiu de um penhasco na manhã do dia 21 de junho e só foi encontrada morta na noite do dia 24, por voluntários. Imagens feitas por drones mostraram que Juliana ainda estava viva horas após a queda, cerca de 200 metros abaixo do ponto da trilha. Mesmo assim, o serviço oficial de resgate não conseguiu alcançá-la. A causa da morte foi hemorragia interna provocada por múltiplos traumas. A Polícia Civil confirmou que não houve sobrevida prolongada. O caso segue sob investigação. A Defensoria Pública da União marcou uma entrevista coletiva para esta sexta-feira com os peritos e familiares, e não descarta levar o caso a tribunais internacionais, caso fique comprovada negligência no resgate.
Por Lúcya Araújo